Ó, nem sei heim. Nem consigo mais ficar horas e horas na rede mundial de computadores, consigo não. Mas eu queria dizer que meo, eu to amando tanto isso aqui, cara. Porque assim, aqui não rola porralokuras como rolava no Brasil(e na Bélgica hihihi), mas rola algumas cervejas. Tipos que há mais de uma semana atrás eu passei o dia com a mana mais velha, me entupi com caramelos e chocolates que são litros melhores que os que a gente encontra aí e bebi umas cervejas (ok, duas cervejas), mas a melhor parte foi “é melhor você parar, outro dia você dorme aqui pra poder beber mais.”. Mas né querida? Quando começar as russ parties eu já tenho alguém pra acobertar minha falta de moderação.
Daí que ontem também foi um dia importante. O plano era ir pra escola, depois na casa da família secundária(a Dona Véia doida) e então encontrar com os estudantes do AFS no centro da cidade. E tipos, intercambista muito se fode, e eu tive que andar uns 4 kms porque perdi o ônibus, mas pula isso, fato que pra cortar caminho eu entrei no shopping... aí eu achei a galere indie retarded, aí eu desisti de ir visitar a família secundária e resolvi hang around com eles, aí a gente encontrou a tailandesa que disse que tava só em casa e muito foi todo mundo pra lá, nisso eu já tava com a francesa, italiano e alemã. Só que assim, a galere indie retarded comprou cerveja pra gente e a casa da tailandesa era tipos perto do nada, ou no nada, vai saber. Fim da história foi que eu tive que ligar pra minha mãe ir me buscar far far from our home depois de ter cantado – alcoolizado -‘protège moi’ com a francesa e ter acertado dividir um apartamento em Londres próximo ano ou em 2010.
Sabe, eu to fazendo disso diário virtual de mau exemplo, mas ah vá. Hoje rolou o encontro puritano dos AFSers que deveria ter rolado ontem, tudo muito Britney Spears antes da virada do milênio. Foi bacana porque hoje eu vi – pela primeira vez - uma família gay, duas bees de mãos dadas com um empurrando um carrinho de/com bebê, daí eu me perguntei qual a porcentagem dele não virar travesti antes dos 16 anos além de ter ido pro boliche. Boliche numa cidade de 5 mil habitantes sim senhor!
Mas ó, não é por isso que eu acho aqui foda. Aqui é foda porque existe algo de violento na calmaria selvagem da natureza, é especial de alguma forma que eu ainda não sei qual. É a lapônia, terra de um povo que eu já admiro, terra do sol da meia noite, da noite de 60 dias, da aurora boreal, dos fiordes, dos vikings e das montanhas. É mágico, e o outono hipnótico, as águas estão mais escuras e o céu mais baixo, as folhas alaranjadas. Minha mãe veio do sul e meu pai tem descendência lapã, minha vó nasceu numa comunidade de lapões. Mas ok, let’s go back to the bitchness. Dias desses minha mãe veio me perguntar se eu conseguia sentir a Noruega na música que tava tocando; eu acho isso coisa que ta cheirado, mas me gostei, disse que sim com sinceridade.
20 de setembro de 2008
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1 comentários:
Super admiro vc seguindo o mal caminho
mas vc tava cheirado quando postou isso? vejo falta de coerência em alguns pontos
não que eu seja a rainha da coerência
iaaiuzehiauzehiauzehdaizuehiauzeh
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